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Para Evitar outras 100 Milhões de Mortes

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Última atualização: 24/01/2010

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, no século XX cerca de 100 milhões de pessoas morreram em decorrência do tabagismo. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer informa que 22 indivíduos morrem por hora vítimas do tabaco. Além de aumentar as próprias chances de desenvolver câncer, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e outras tantas doenças, os fumantes ainda obrigam os que convivem com eles a inalar o equivalente a 10 cigarros por dia. Isso faz com que o fumante passivo tenha mais chances de também desenvolver câncer de pulmão e contrair outros males relacionados ao tabagismo.

O fumo passivo já é a terceira causa de morte prevenível em todo o mundo, atrás apenas do fumo ativo e do álcool. Os mais afetados são as crianças.

Separar fumantes de não fumantes, como até pouco tempo atrás se fazia em São Paulo (e se faz até hoje em diversas localidades do Brasil e do mundo) é uma falácia. Janelas, varandas, divisórias ou sistemas de ventilação jamais serão suficientes para manter o ambiente livre do risco. E a fumaça que sai da ponta acesa do cigarro possui as mesmas substâncias daquela que o fumante inala, muitas vezes ainda mais concentradas.

Por este motivo, é no mínimo louvável a recente aprovação da lei antifumo em São Paulo. Em vigor desde 7 de agosto, fez com que conquistássemos o título de primeiro Estado brasileiro a aderir à restrição do cigarro em ambientes fechados de uso coletivo.

A lei é importante ferramenta para evitar que, nos próximos vinte anos, ocorram até 10 milhões de mortes por causas atribuídas ao cigarro no mundo. E os países menos favorecidos, como o nosso, serão responsáveis por 70% deste total. Por isso é tão importante restringir a utilização dos derivados de tabaco em áreas fechadas e coletivas, como bares, restaurantes, casas noturnas, escolas, locais de trabalho, museus, shoppings, lojas, repartições públicas e táxis.

Agora nos resta impulsionar os demais Estados e o Governo Federal a seguir o exemplo paulista, também já adotado no Rio de Janeiro. É preciso fazer valer o direito do não fumante, fiscalizando adequadamente os ambientes nos quais não é permitido fumar, punindo severamente os infratores e coibindo a propaganda relacionada aos produtos de tabaco, especialmente em pontos de venda e locais de grande circulação de jovens.

Por fim, precisamos garantir à população interessada em parar de fumar, acompanhamento médico e, quando necessário, medicamentoso, pois é comprovado que os índices de sucesso nesta árdua tarefa de largar o vício são muito maiores quando acompanhada por equipe especializada. Só assim poderemos finalmente respirar aliviados e diminuir essas estatísticas assustadoras.

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