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Novo tratamento amplia sobrevida em casos de câncer de próstata

Equipe Oncoguia

Última atualização: 18/06/2012

 Pacientes com câncer de próstata em estágio avançado, com tumores que se espalharam para os ossos, têm poucas chances de sobreviver. Mas uma nova terapia anunciada nos Estados Unidos pode ampliar a expectativa de vida nesses casos.

O tratamento, com uma nova linha de radioisótopos, foi anunciada durante a reunião anual da Society of Nuclear Medicine, realizada em Miami.

O sistema esquelético é particularmente afetado em casos de metástase em câncer de próstata. A propagação de tumores ocorre quando o câncer primário é transmitido pelo sangue e se desenvolve nos ossos.

O novo estudo, feito por um grupo internacional de pesquisadores, baseou-se no uso de terapia com cloreto de rádio-223, que atinge as metástases no sistema esquelético com potentes partículas alfa que são mortais para os tumores.

As partículas poupam os tecidos adjacentes aos tumores e a medula óssea. O tratamento está sendo experimentado em casos de câncer de próstata resistentes à castração, estágio avançado da doença caracterizado tipicamente por metástase esquelética resistente e tratamentos convencionais.

“O rádio-223 oferece uma abordagem nova para o tratamento de metástase óssea. Ele trata sistemática e simultaneamente múltiplas áreas atingidas pela doença e tem se mostrado muito bem tolerado pelos pacientes. O risco de supressão da medula óssea é baixo mesmo em pacientes submetidos a intensa quimioterapia”, disse Valerie Lewington, professora no King’s College London e um dos autores do estudo.

A nova terapia está em fase 3, ou seja, estão sendo feitos estudos internacionais de larga escala, em múltiplos centros, com diferentes populações de pacientes de modo a verificar eficácia e segurança.

Em 2011, a Bayer HealthCare apresentou estudo no Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica, na Suécia, com o uso do radiofármaco Alpharadin (cloreto de rádio-223). A sobrevida global mediana dos pacientes tratados com o medicamento foi 44% maior, chegando a 14 meses, apontou o estudo, que contou com a participação de pesquisadores do Brasil.

Fonte: O Estado de S.Paulo


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