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Cientistas inventam laser que combate o câncer

Equipe Oncoguia

Última atualização: 31/07/2012

Uma equipe de professores e cientistas desenvolveu um laser que vai em uma missão de “localizar e eliminar” de maneira não invasiva tumores cancerígenos.

De acordo com pesquisadores do Centro de Aplicações de Laser da Universidade do Tenessee, utilizando pulsos de luz ultra-curtos, o laser se atinge velocidades de um-quadrilhão de segundo, permitindo que ele se foque em uma região específica e mapeie um tumor de maneira assertiva.

Devido ao fato de que a radiação a laser em femtosegundo pode precisamente se focar com precisão tanto espacial quanto temporalmente, ele pode evitar superaquecer outras coisas que você não quer aquecidas”, disse Christian Parigger, professor associado de física da Universidade do Tenessee em uma declaração. “Utilizar pulsos de luz muito longos é como manter uma lâmpada incandescente ligada por muito tempo, o que pode queimar e danificar o tecido saudável”.

A tecnologia foi co-desenvolvida por Parigger, Jacqueline Kohnson, professora de engenharia mecânica, aeroespacial e biomédica e Robert Splinter, da Splinter Consultants.

É como se a gente ligasse uma luz em você descobrisse de maneira remota o que pode estar errado”, disse Parigger sobre o procedimento.

O mecanismo de imageamento a laser é especialmente útil em vítimas de câncer cerebral, porque ele pode penetrar de maneira não invasiva camadas de ossos como as do crânio.

Se você tem câncer em uma área como o cérebro, a idéia e se você vir alguma coisa e cuidar dela, não vai se espalhar”, disse Parigger. “Esse tratamento supera dificuldades no tratamento do câncer no cérebro e outros tumores. E ela pode ser aplicada em outras áreas, também”.

Uma vez que a área com câncer é definida como alvo, a intensidade de radiação do laser é aumentada para que queime o tumor, um método muito mais exato que procedimentos atuais e, por isso, ele pode substituir cirurgias intensivas.

O laser também supera outras limitações relacionadas a radiação, que podem danificar o tecido cerebral saudável, assim como as restrições de terapia fotodinâmica em casos onde o tecido carcinogênico pode ser removido.

“Estou certo, como físico, que isso é uma coisa boa para nossa saúde”, disse Parigger.

O pesquisador e seus parceiros estão em vias de comercializar a invenção.
 
 
Fonte: Terra


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