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Quimioterapia - Uma Importante Aliada no Combate ao Câncer

IPC Publicidade

Última atualização: 24/01/2010

Quando o paciente recebe o diagnóstico de câncer, o impacto da notícia é sempre muito forte e muita coisa passa pela cabeça desta pessoa que acabou de se tornar um paciente oncológico. Por que aconteceu comigo? Como será daqui pra frente? Como vai ser o tratamento? Estas e muitas outras perguntas agora fazem parte da rotina do paciente e também da família que enfrenta junto o diagnóstico e o tratamento.

Nesta edição do IPC & Você, o Instituto Paulista de Cancerologia aborda uma modalidade de tratamento que ainda gera muitas dúvidas: a quimioterapia. É bom lembrar que nem todo portador de câncer precisa fazer quimioterapia, pois há uma relação direta com o tipo de tumor e o estágio da doença. Somente o oncologista clínico pode definir como será o tratamento e se haverá ou não necessidade de quimioterapia e também outras terapias.

Mas o que é quimioterapia? A quimioterapia consiste na aplicação de drogas (a maioria por via endovenosa) que têm como principal objetivo impedir o crescimento de um determinado tipo de tumor maligno. Estas drogas agem sistemicamente, ou seja, em todo o organismo. Os agentes utilizados neste tipo de tratamento afetam tanto as células sadias quanto as neoplásicas (com câncer) e podem gerar efeitos colaterais indesejáveis.
 
‘Estes efeitos estão cada vez mais controlados e o tratamento é muito mais seguro. Hoje existem drogas pré-quimioterápicas que amenizam efeitos colaterais como náuseas, por exemplo’, enfatiza o Oncologista Clínico e Diretor do IPC, Dr. Hézio Jadir Fernandes Jr.A quimioterapia pode ser utilizada como tratamento principal (em leucemias e linfomas, por exemplo), adjuvante (após a cirurgia) ou neo-adjuvante (antes da cirurgia). No caso da quimioterapia adjuvante, extensivamente usada em tumores de mama, cólon, ovários, entre outros, o objetivo é evitar o reaparecimento daquele tumor que foi retirado através da cirurgia. É uma medida preventiva.
 
Já a quimioterapia neo-adjuvante, também muito usada em tumores de mama, por exemplo, tem como objetivo principal diminuir o tamanho do tumor para uma posterior cirurgia, menos agressiva e com resultados estéticos melhores.A quimioterapia também pode estar associada a outras terapias como radioterapia, hormonioterapia, anticorpos monoclonais e imunoterapia.A quimioterapia é uma aliada do tratamento, mas alguns pacientes a tratam como vilã. É um tratamento difícil, mas que pode trazer ótimos resultados’, finaliza Dr. Hézio.

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